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Como emburrecer americanos (en portugués)

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A venenosa mistura de antirracionalismo com ignorância sobrepuja as previsões mais apocalípticas sobre o futuro da cultura dos EUA

«A mente deste país, ensinado a almejar objetivos baixos, consome a si mesma». Ralph Waldo Emerson fez esta observação em 1837, mas suas palavras ecoam como um doloroso pressentimento nos Estados Unidos muito diferentes de hoje. Os americanos estão em sérios apuros intelectuais – correndo o perigo de perderem nosso capital cultural, duramente conquistado, para uma mistura virulenta de antiintelectualismo, antirracionalismo e baixas expectativas.

Este é o último tema que qualquer candidato ousaria levantar no longo e sinuoso caminho até a Casa Branca. É quase impossível falar sobre de que forma a ignorância da população contribui para graves problemas nacionais sem ser rotulada de «elitista», um dos mais poderosos pejorativos que podem ser aplicados a alguém que está aspirando a um alto cargo público. Em vez disso, nossos políticos repetidamente garantem aos americanos que eles são apenas «pessoas comuns», um termo condescendente que você procurará em vão nos importantes discursos presidenciais antes de 1980. (Imagine: «Decidimos aqui que os mortos não terão morrido em vão … e que esse governo das pessoas comuns, pelas pessoas comuns e para as pessoas comuns não perecerá da Terra»). Tais exaltações à mediocridade estão entre os traços que distinguem o antiintelectualismo em qualquer época.

A obra clássica sobre este assunto, de autoria do historiador da Columbia University Richard Hofstadter, Anti-Intellectualism in American Life (Antiintelectualismo na Vida Americana), foi publicada em 1963, entre as cruzadas anticomunistas da era McCarthy e as convulsões sociais do final da década de 1960. Hofstadter vê o antiintelectualismo americano como um fenômeno cíclico – que freqüentemente se manifestou como o lado negro dos impulsos democráticos do país em religião e educação. Mas o tipo de antiinlectualismo de hoje é menos um ciclo do que uma avalanche. Se Hofstadter (que morreu de leucemia em 1970 aos 54 anos) tivesse vivido o suficiente para escrever uma seqüência dos tempos modernos, teria concluído que nossa era de programas de TV que misturam notícia com matérias de entretenimento, sete dias por semana e 24 horas por dia, sobrepujaram suas previsões mais apocalípticas sobre o futuro da cultura americana.

A mediocridade, para parafrasear o falecido senador Daniel Patrick Moynihan, tem sido continuamente definida, em várias décadas, por uma combinação de forças até agora irresistíveis. Essas forças incluem o triunfo da cultura do vídeo sobre a cultura impressa (e por vídeo quero dizer qualquer tipo de mídia digital, assim como as mídias eletrônicas antigas); um descompasso entre o nível em elevação da educação formal dos americanos e seu domínio titubeante de geografia, ciências e história básicas; e a fusão do antirracionalismo com o antiintelectualismo.

Primeiro e acima de tudo, entre os vetores do novo antiintelectualismo, está o vídeo. O declínio da leitura de livros, jornais e revistas é agora uma história velha. A falta de leitura é mais acentuada entre os jovens, mas continua a se acelerar e a afligir americanos de todas as idades e níveis de instrução.

Segundo um relatório divulgado no ano passado pela National Endowment for Arts, o hábito da leitura decaiu não apenas entre as pessoas com baixos níveis de instrução. Em 1982, 82% das pessoas com curso superior liam romances e poemas por prazer; duas décadas mais tarde, essa porcentagem era de somente 67%. E mais de 40% dos americanos com menos de 44 anos não leu um único livro – de ficção ou não-ficção – no decorrer de um ano. A proporção de jovens de 17 anos que não lêem nada (a não ser o exigido pela escola) mais do que dobrou entre 1984 e 2004. Este período de tempo, é claro, abarca o surgimento dos computadores pessoais, a navegação na web e os jogos de vídeo.

Será que isso importa? Tecnófilos ridicularizam as lamúrias sobre o fim da cultura escrita como a auto-absorção de (quem mais?) os elitistas. No seu livro Everything Bad is Good For You: How Today’s Popular Culture Is Actually Making Us Smarter (Tudo que é Ruim é Bom para Você: Como a Cultura Popular de Hoje Está, na Verdade, nos Tornando mais Inteligentes), o escritor científico Steven Johnson nos assegura que não temos nada com o que nos preocupar. Certo, os pais podem ver seus «filhos vibrantes e ativos olhando, silenciosamente e boquiabertos, para uma tela». Mas estas características de zumbi «não são sinais de atrofia mental. São sinais de concentração». Tolice. A verdadeira questão é o que crianças pequenas estão deixando de fazer e não no que estão se concentrando, enquanto estão hipnotizados por vídeos que já viram dezenas de vezes.

A despeito de uma agressiva campanha de marketing que visa encorajar os bebês a partir dos seis meses a assistir vídeos, não há indícios de que se concentrar na tela seja ruim para crianças pequenas. Num estudo divulgado em agosto do ano passado, pesquisadores da Universidade de Washington concluíram que bebês com idade entre 8 e 16 meses reconheceram uma média de seis a oito palavras a cada hora gasta assistindo vídeos.

Não posso provar que ler durante horas numa casinha de brinquedo instalada em cima de uma árvore (era o que eu fazia quando tinha 13 anos) cria cidadãos mais informados do que ficar horas e horas jogando o Xbox da Microsoft ou obcecados com os perfis da comunidade virtual Facebook. Mas a incapacidade para se concentrar durante longos períodos de tempo – diferente das breves leituras para obter informações na Web – me parece intimamente relacionada com a incapacidade da população de lembrar-se até de eventos noticiosos recentes. Não é de espantar, por exemplo, que estejamos ouvindo menos da parte dos candidatos à presidência sobre a guerra no Iraque nos estágios mais recentes da campanha das primárias do que nos primeiros momentos – simplesmente porque tem havido menos reportagens em vídeo sobre a violência no Iraque. Os candidatos, como os eleitores, enfatizam as notícias mais recentes e não necessariamente as mais importantes.

Não é de espantar que anúncios políticos negativos funcionem. «Com texto, é até fácil manter um acompanhamento dos diferentes níveis de autoridade por trás das diferentes peças de informação», observou o crítico de cultura Caleb Crain recentemente na revista The New Yorker. «Por outro lado, a comparação entre duas reportagens em vídeo é consternadora. Obrigados a escolherem entre reportagens conflitantes na televisão, os telespectadores recorrem à intuição ou àquilo em que acreditavam antes de começar a assistir».

Na medida que os consumidores de vídeo se tornam progressivamente mais impacientes com o processo de adquirir informações por meio da língua escrita, todos os políticos se vêem fortemente pressionados a transmitir suas mensagens o mais rapidamente possível – e a rapidez hoje é muito mais célere do que costumava ser. Kiku Adatto, da Harvard University, descobriu que, entre 1968 e 1988, a média de trechos editados de notícias sobre um candidato à presidência – apresentando a voz do próprio candidato – caiu de 42,3 segundos para 9,8 segundos. De acordo com um outro estudo de Harvard, em 2000, essa fala diária por candidato foi de apenas 7,8 segundos.

A diminuição do espaço da atenção pública fomentada pelo vídeo está intimamente ligada à segunda força antiintelectual mais importante na cultura americana – a erosão do conhecimento geral.

As pessoas acostumadas a ouvirem seu presidente explicar escolhas políticas complicadas dizendo abruptamente «Sou eu quem decide» talvez não consigam imaginar o esforço de Franklin D. Roosevelt, nos sombrios meses após Pearl Harbor, para explicar porque as Forças Armadas dos Estados Unidos estavam sofrendo uma derrota após a outra no Pacífico. Em fevereiro de 1942, Roosevelt pediu aos americanos que abrissem um mapa durante seu programa de rádio para que pudessem entender melhor a geografia das batalhas. Os mapas se esgotaram nas lojas de todo o país, e cerca de 80% dos americanos ligavam o rádio para ouvir o presidente. FDR disse a seus redatores de discurso que estava certo que, se os americanos tinham entendido as imensas distâncias que os suprimentos tinham que percorrer para chegarem às Forças Armadas, «eles podem receber qualquer tipo de má notícia com bravura».

Este é um retrato não apenas de uma presidência e um presidente diferentes como também de um país e de cidadãos diferentes – um país que não tinha acesso aos mapas do Google mas era muito mais receptivo ao conhecimento e à complexidade que a população de hoje.

Segundo um levantamento de 2006 da National Geographic-Roper, quase metade dos americanos com idade entre 18 e 24 anos não acha necessário saber a localização de outros países nos quais importantes acontecimentos estão sendo objeto de notícia. Mais de um terço da população acha que «não tem nenhuma importância» saber uma língua estrangeira, e somente 14% consideram importante o conhecimento de línguas estrangeiras.

Isso nos conduz ao terceiro e último fator que está por trás do emburrecimento americano: o problema não é a falta de conhecimento em si, mas a arrogância em relação a essa falta de conhecimento. A questão não é apenas as coisas que não sabemos (considere o fato de que um em cada cinco americanos adultos pensa que o Sol gira em torno da Terra, segundo a National Science Foundation) – mas o alarmante número de americanos que, presunçosamente, concluem que não precisam saber tais coisas em primeiro lugar. Chame isso de antirracionalismo, uma síndrome particularmente perigosa para nossas instituições e intercâmbio de idéias. Não saber uma língua estrangeira nem a localização de um país importante é uma manifestação de ignorância; negar que tal conhecimento importa é puro antirracionalismo. A venenosa mistura de antirracionalismo com ignorância prejudica as discussões da política pública nos Estados Unidos sobre tópicos que vão desde assistência médica à tributação.

Não existe uma cura rápida para esta epidemia de antirracionalismo e antiintelectualismo arrogantes. Esforços repetidos para elevar as notas dos testes padronizados abarrotando os alunos com respostas específicas para perguntas específicas em testes específicos não adiantarão. Além disso, as pessoas que são exemplos do problema geralmente não o percebem. («Pouquíssima gente acredita ser contra o pensamento e a cultura», observou Hofstadter.) Já está mais do que na hora de uma discussão nacional séria sobre se nós, como uma nação, valorizamos verdadeiramente o intelecto e a racionalidade. Se esta de fato se tornar uma «eleição de mudança», o baixo nível do discurso num país com uma mente ensinada a almejar objetivos baixos precisa ser o primeiro item da agenda de mudança.

A premiada escritora americana Susan Jacoby é autora, entre outros, de The Age of American Unreason. É colaboradora dos principais jornais americanos e ingleses

Domingo, 2 março de 2008   O Estado de São Paulo

Quiero a mi Mamá!!!

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Nicolás estaba a punto de cumplir 3 años. Estábamos caminando por el campo en Lobos con Marisa, Andrea  y Diego, y Nicolás se había adelantado bastante. Hasta que PUM, Nico se cayó de nariz contra la tierra! Pego media vuelta y vino corriendo hacia nosotros a buscar consuelo en el regazo materno.

Difícil elegir entre las carcajadas de la madre mientras Nico venia corriendo, o las de la madrina, que inmediatamente, en vez de salir corriendo hacia él a ayudarlo, se dedicó a sacar la cámara y fotografiar a la pobre criatura.

Pobre Nico, en que familia caístes!

Punta 2008

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Nuevamente empezaremos el año en Punta, esta vez alquilando una casa no muy lejos del casino Mantra. Pá nos acompaño unos días, igual que Carolina. Esta vez nos vinimos con el auto desde Sampa via Baires.

Hubo muchas actividades: asado hecho por Pá para comenzar el año, y caminata hasta la playa para ver los fuegos artificiales de los Macri, golf con muchísimo viento, recital gratis de Gustavo Ceratti (estábamos en primerísima fila), recital pago de Javier Malosetti y Rubén Rada (ahí fuimos con Ser, Pá y Má), cenas con los Ruggeroni y los Otto, corrida de 5 km Adidas, me probé un Mustang (no me va bien en la cadera), etc.

Sergio deja su huella en el Cervantes

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Una tradición reciente del Cervantes es que cada grupo que egresa deje un mural hecho con azulejos. Egresando el 2007, este es el azulejo de Sergio, «Vendrá un nuevo amanecer».

Al centro, vista general del mural y un detalle en donde, arriba del azulejo de Sergio y en composición con el azulejo de Paula, se ve el azulejo de Sonia.

 

 

 

Lo mejor de Calvin! – Preparandose para un mundo globalizado

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Dia del Padre!

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Aparte del jpg, me lo regalaron también como un mantelito individual.

Y obviamente, no habrá Maggie!

Mi segundo águila!!

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Esta vez fue en el hoyo 6 de Terras de São José, en Itú, también par 5. Este hoyo es el handicap 1 de esta cancha, o sea el mas difícil! Un primer golpe muy largo, de casi 300 yardas! Sin duda, la tierra dura de Terras de São José ayuda. Esta vez estaba con caddie. Para el segundo tiro yo pretendía usar mi madera 3, y el caddie concordó. Pero aun había gente en el green. Le preguntó al caddie si creía que yo podía llegar, el concordó que podía jugar tranquilo, porque no iba a llegar al green. El tiro fue muy bueno, pegó en la tierra un poco antes del green, y siguió rodando, pasando a un poco mas de un metro del hoyo y cruzando entre las personas que estaban jugando! La bola pasó unas 6-7 yardas. La ayuda del caddie fue fundamental, con una excelente lectura del green, y un buen putter cerró mi segundo águila!

El hombre en la luna y el Proyecto Filadelfia

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Vamos a considerar dos teorías conspiracionistas separadas:

1) El hombre no llegó a la luna: muchos sostienen que el viaje a la luna es falso, que todo fue filmado en estudios de cine en la Tierra, en fin, que todo el proyecto Apolo es una gran conspiración. Quienes nunca escucharon esta teoría pueden visitar The faked Apollo Landing, entre muchos otros sitios dedicados al asunto.

2) El proyecto Filadelfia: que consistió en tele transportar un buque utilizando campos magnéticos, supuestamente en 1943. Muchos sitios tienen información sobre el proyecto Filadelfia, por ejemplo Crystallinks. Hay descripciones muy realistas de cómo el barco fue tele transportado, y que cuando se materializo los cuerpos de los marineros quedaron fundidos dentro del acero del barco!

Tanto la teoría de que el hombre no llegó a la luna como la supuesta existencia del proyecto Filadelfia tienen muchos adeptos. Un punto para pensar…

Pero lo más notable no es la existencia de estos dos grupos, sino la existencia de personas que pertenecen a los dos grupos al mismo tiempo:

  • desconfían de que el hombre, utilizando tecnologías probadas, reproducibles y un soporte teórico conocido, haya llegado a la luna
  • y al mismo tiempo creen que, usando tecnologías desconocidas con fundamentos teóricos no comprobados, un buque entero fue tele transportado hace ya 60 años, 26 años antes de llegar a la luna

No es notable?!?!

Completando el absurdo, es frecuente que quienes tienen la habilidad de pertenecer a los dos grupos simultáneamente también sean fuertes anti-norteamericanos (anti yanquis). Claro, el exitoso proyecto Filadelfia, oculto del mundo, es una muestra del conspiracionismo americano para ocultar su tecnología, pero al mismo tiempo la falsificación del viaje a la luna es una muestra de cómo los yanquis nos engañan para vendernos su superioridad. Curioso pensamiento…

Lo mejor de Calvin! – Padres malvados

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Groupcon 2006 – China – … y cerramos en Beijing!

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Llegando de Xian, llegamos a Beijing a las 10.30hs  PM, y al hotel a las 11.30pm
El mejor hotel que he ido hasta ahora, el Beijing hotel, inaugurado en el 1900, con todo el lujo, se notan detalles de antigüedad, pero esta reestructurado la mayor parte (será que solo mantiene el nombre???)

Miércoles, 27 de septiembre de 2006

Nuestra primera visita es al templo del cielo. Aquí venia a rezar y pedir por buenas cosechas los emperadores. Enorme plaza con galerías donde ahora los adultos mayores van a jugar, hacer gimnasia, cantar.

Antes sacrificaban animales y tenían toda una seria de ceremonias. Un altar el cual todo lo que lo rodea tiene que ver con el número 9, supremo numero imperial. Los escalones son nueve, las baldosas que rodean el centro son 9 o múltiplo de 9.

Almuerzo en un restaurante  chino, cordero, piel de cordero. Mucho colesterol, pero todo muy rico.

De ahí fuimos al palacio de verano. Palacio construido para escapar del calor de Beijing. Enorme con un lago en medio (artificial, con una colina construida al preparar el lago) subimos hasta el templo para observar la vista maravillosa de todo el parque y la ciudad a lo lejos. También caminamos por la galería más grande (700 m) que fue construida para la madre del emperador. Observamos el paisaje final haciendo un cruce en bote por el lado.
Descanso en el hotel y cena el Peace Gate Duck Restaurante, famoso por su pato lackeado. Recibe a todos los personajes importantes del mundo, entre ellos hay foto de Menem.  Comimos como beduinos

Jueves 28 de septiembre

Hoy el paseo comienza con la ciudad prohibida. 500 años de historia. Aunque en 1644 fue incendiada por los Manchurios luego fue reconstruida. Subimos a la torre sur para ver desde el balcón la plaza de Tian´anmen. (para esto mucha seguridad, no podíamos subir con bolsos ni líquidos..) Toda decorada con flores y con la exposición del palacio de Potala del tibet. Un millar de personas visitándola, por festejarse el 1 de octubre el aniversario de la proclamación de la Republica China por Mao.
Comenzamos a recorrer el palacio hacia el norte. La inmensidad del palacio con todas sus habitaciones para el emperador, concubinas y soldados es una inmensidad. No debemos de haber recorrido ni 110. Vimos también el museo de los relojes. Paramos para descansar y comprar un frozen mango o chocolate (según el caso) en un starbucks café dentro del palacio!!. Estábamos ya muertos cuando terminamos de salir por la puerta norte (que era la que usaban las concubinas para ir de compras…) que nos llevan (a pie) a un jardín sobre un cerro (artificial) para subir hasta el palacio del buda y tener una vista mas amplia de toda la ciudad imperial. Para aliviar el agotamiento, paramos para tener mas una ceremonia del te y aprovechar a vender algo (todo muy caro). Los baños: todas letrinas…..
Almuerzo: un restauran que se especializa en Hot Pot. (Una especie de fondeau) de caldo, donde se colocan vegetales, carne, cerdo, jamón, camarones vivos, y otras cosas desconocidas. Se moja en una salsita y se come. Por lo cierto muy interesente y entretenido. La diversión corría por cuenta de los camarones, que saltaban cuando los agarrabas con los palitos para tirarlos adentro del fondue.
Nos estábamos recuperando un poco para que por fin, tengamos una tarde libre.
Carlos y yo nos tomamos el subte. Nos arreglamos muy bien, salvo que nos bajamos una parada antes. Así que nos toco caminar un montón. Pero aprovechamos para vitrinear. Entramos a un shopping tipo alto Palermo. Todo muy caro. Y después llegamos a otro: tipo shopping de la 25 de marzo de Sao Paulo, pero mucho más grande y ordenado. Aquí si que nos divertíamos peleando precios. Los chinitos te persiguen para que les compres, y regatees el precio!!
Volvimos en subte, después que un taxista piola nos quería cobrar 100 yuanes (40$) para llevarnos hasta el hotel cuando la tarifa lógica son 10 yuanes. Así que nos tomamos el subte en plena rash hour, con 2 valijas. Muy bien la experiencia. Sobrevivimos. En realidad fueron todos muy amables.
Cena por nuestra cuenta, con los argentinos y los españoles (que celebraban su aniversario de casados) en el Outback del hotel (steackhouse, hartos de comida china)

Viernes, 29 de septiembre

Ultimo dia de tour organizado. A levantarse temprano (6 am). Salimos hacia la muralla china a 100 km de la ciudad. Hora y media de viaje. Se comienza a ver la muralla a la distancia sobre las colinas. Llegamos a una de las partes más altas y famosas de los 5000km de muralla llamada ba bai jin gue. Esta fresco, las vendedoras de los quioscos con buzos puestos tratando de vender sus cosas, entre otras cosas: buzos. Nosotros estábamos sin abrigo, así que dijimos, bue,,,, será que hace frió arriba??? Pasada por el baño. Todas letrinas otra vez, y la mitad sin puertas, las chinas…ningún problema. Nosotras hacíamos cola para los baños con puerta…… Antes de subir, todavía vimos unos osos que estaban en una especie de zoológico, y que se peleaban para que les des de comer tirándoles la comida que venden a 2 yuanes por platito.
Decidimos subir el primer tramo en una especie de rodelbahn. Y de ahí comienza la escalada. Muy cansadora….. Las rodillas duelen y tiemblan. Parece mucho más alto de lo que es. Son apenas 800mts. de altura. Impresiona su grandeza. También la llamaron la muralla de los huesos, por la cantidad de personas que murieron en su construcción.
Primero nos equivocamos de camino, y llegamos a un mirador mas bajo, así que teníamos el objetivo de andar más y llegar al punto más alto. Ver esa 8va. maravilla del mundo, fue una de las cosas más impresionantes del viaje. Mientras, con la caminata, entramos en calor, así que los buzos que compramos no hicieron falta!
Comenzamos el descenso. Ultimo tramo en carrito. Abajo, los osos esperaban ansiosos que los alimentasen. También había algún camello o caballo, para cobrar por sacarse una foto.
Micro, otra vez viajar ½ hora para llegar las tumbas de la dinastía Ming. Inmenso lugar donde los emperadores decidieron construir sus mausoleos. Caminata por un precioso jardín con columnas de mármol, y esculturas de animales que consideraban sagrados. Visitamos la tumba de Wan Li, bajo 25 mts. de la superficie. El sarcófago rojo, inmenso, no impresiona tanto, por ser rectangular y sencillo. Pero la idea de construir todo esto muchísimos años antes de su muerte, te transporta en el tiempo. Los árboles que lo rodean, inspiran paz.
Al regresar al hotel, en plena congestionamiento, pasamos delante de la construcción del estadio (nido de acero) de las olimpiadas de Beijing 2008.
Cena formal de despedida. En un muy lindo restauran, con faroles chinos y un escenario, que para sorpresa de muchos sirvió a los anfitriones (toda la oficina de Endress en Beijing) agasajarnos cantando 3 canciones. También el gerente general canto un solo (no me imagino a Carlos haciendo lo mismo…..). y comienzan las despedidas.
Como broche de oro, decidimos ir a bailar con la pareja de la India y Susana, por recomendación de Pablo (hijo de Susana) que había ido el día anterior con Sarah (hija de Klaus Endress) al Banana Club.
La entrada nada cara (30 yuanes (3 euros)). Carlos tuvo que dejar la cámara de fotos en el guardarropa. Mucha seguridad. Muy limpio. Música tecno, muy fuerte como corresponde a esos boliches. Una pista que tenía como resortes. Mil personas bailando, no cabía ni un alfiler. Pero era divertido porque la pista rebotaba. No hacia falta bailar mucho….
En la barra preparaban un trago con 6 copas en pirámide, a la que prendían fuego. También hacían malabares con las botellas.
Nos quedamos hasta las 2 AM. Y nos volvimos en taxi.

Sábado, 30 de septiembre

Nos departamos temprano. Tipo 8am.
Desayunamos y fuimos a cumplir con el encargo de Diego de sacarnos una foto en el HSBC ( que por casualidad vimos la noche anterior)
El plan era tomar un taxi, hacer que pare en el banco para sacar la foto y luego continuar hasta el shopping del jueves, porque teníamos que cambiar una batería que no andaba. Gracias a un empleado del hotel, que pudo explicarle al chofer del taxi todo esto. Por señas nos entendíamos. Son animales manejando, las infracciones que cometen y como se te meten delante, ganan a cualquier argentino o brasilero. Pero el tema es que todo salio bien. Después volvimos en subte y caminamos por la peatonal al lado del hotel.
Y así concluye este viaje espectacular, cansados pero valió la pena….. de otra manera no lo hubiéramos hecho.
Aeropuerto: como siempre todo el proceso de seguridad para entrar a los EEUU. Revisión de valijas. Pero cuando las despachamos después de seguridad, nuestra valija gris nos da con sobrepeso….. mucha ropa sucia…..
Por suerte yo tenia una cartera dentro de otro bolso, porque lo que decidimos abrir la valija en el pasillo y hacer el papelón de vaciar la pesada. Todo OK.
Empezamos nuestro viaje de regreso! Salimos de Beijing a las 4:20 PM del sábado, llegamos a Chicago a las 4:13 PM del sábado, o sea llegamos 7 min antes de salir, después de 13 hs de vuelo. Milagros de la rotación terrestre, como ya lo mencionó Julio Verne en la vuelta al mundo en 80 días!